“EU NÃO TINHA ISSO”: DESENHOS DO VIVER COM SEQUELAS DA COVID-19 POR MULHERES RESIDENTES NO BAIRRO DAS INDÚSTRIAS, EM JOÃO PESSOA/PB

João Pessoa / Paraíba / Brasil – 2024

“EU NÃO TINHA ISSO”: DESENHOS DO VIVER COM SEQUELAS DA COVID-19 POR MULHERES RESIDENTES NO BAIRRO DAS INDÚSTRIAS, EM JOÃO PESSOA/PB
Interlocutora anônima; Geissy Reis (UFPB)

“Eu não tinha isso”: desenhos do viver com sequelas da Covid-19 por mulheres residentes no bairro das Indústrias, em João Pessoa/PB

RESUMO DA PESQUISA:

“Floresta é o nome do mundo” é um dos livros de Ursula K. Le Guin, escritora que se tornou conhecida por tratar de criação, questões políticas, alteridade e desafios climáticos. A ideia de trazer o título para essa etnografia visual da família Ygara Artesanal é sublinhar um modo de existir em profunda conexão com seres não humanos – e muitas vezes “não-vísiveis”, típico das vivências ribeirinhas das amazônias. Uma poética do fazer que não é separada do ser/estar. Ser água, ser floresta, ser gente – tudo movimento. Desenhando os tempos e espaços, outros e possíveis, rumo a futuros plurais.

MINIBIO DO PESQUISADORA:

Geissy Reis é doutoranda em Antropologia pelo Programa de Pós-graduação em Antropologia da UFPB. Mestra em Antropologia e bacharel em Ciências Sociais pela mesma instituição. Integrante o Grupo de Pesquisa em Saúde, Sociedade e Cultura, (GRUPESSC), e o Antropologia Visual, Artes, Etnografias e Documentários (AVAEDOC). Compôs a rede de pesquisa Antropo-Covid, e atualmente compõe a rede de pesquisa Ecos da Pandemia, formada por pesquisadores/as e instituições de diversas localidades do Brasil e de fora do país, ambas as redes se voltadas à pesquisas em torno da Covid-19. Vem desenvolvendo trabalhos no âmbito das Antropologias da saúde e doença, e da imagem.

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